
Rodas de conversa no contexto da UFG em parceria com a Rede Indígena: novembro de 2024
Em continuidade ao projeto “Produção de espaços de diálogo sobre saúde e bem-viver dos povos

Vivências Culturais na Tekoa Nhanderekoa (2024)
No ano de 2024, os integrantes da Rede Indígena tiveram a oportunidade de participar de

1º Encontro Internacional de Psicologia Indígena: Formulário de Interesse
A Rede de atenção à pessoa Indígena tem o orgulho de noticiar que está preparando

2⁰ Encontro do Ciclo de Eventos Psicologia Indígena, Saúde e Bem-Viver
Data e Hora: 02/12/24 ás 16:00 (Horário de Brasília) Local: Online, via Zoom Esse Nhemboaty

Rodas de conversa no contexto da UFG em parceria com a Rede Indígena: junho e julho
A Rede Indígena da USP está em parceria com docentes da Faculdade de Enfermagem/UFG no

1⁰ Encontro do Ciclo de Eventos Psicologia Indígena, Saúde e Bem-Viver
Data: 25 de outubro de 2024 Parte I – 14h às 16h: Experimentações e saberes
O debate sobre bem-viver e saúde, no âmbito da Rede Indígena, perpassou os temas do cuidado psicológico a pessoas indígenas, soberania alimentar e do cuidado aos animais nas comunidades indígenas.
Cuidado psicológico
O objetivo desse núcleo é elaborar e implementar estratégias de atendimento psicológico, nas suas diversas modalidades, a pessoas indígenas. Compreendemos que as especificidades sociais e comunitárias dos indígenas demandam a transformação de concepções teórico-metodológicas e técnicas das intervenções psicológicas, sendo relevante que o profissional tenha uma formação adequada para realizar promover tais transformações de forma consistente. Para tanto, mantemos um grupo de estudos periódico, assegurando a formação continuada de pessoas para a especificidade do cuidado psicológico aqui proposto, e supervisão regular dos atendimentos.
O contato com a equipe que realiza os atendimentos pode ser feito através do e-mail: atendimentoredeindigena@usp.br
Segurança e soberania alimentar
A atual discussão sobre o Marco Temporal vem aumentando as graves dificuldades que os povos originários vivem no Brasil desde a chegada dos europeus. Um dos problemas enfrentados de longa data é a diminuição dos seus territórios, seja por invasões, desmatamentos e/ou contaminação dessas áreas pelo agronegócio, garimpo, mineração etc; falta de demarcações e reconhecimento por parte do poder público; expulsões de formas violentas por discriminação, intolerância religiosa, entre tantas outras. Esse panorama traz grandes desafios quanto ao habitar estes territórios sagrados de forma adequada ao modo de vida tradicional de cada povo, aumentando a dependência de serviços e produtos não indígenas, em especial aqueles relativos à alimentação. Em relação a esse último tema, dois problemas emergem: a insegurança alimentar e a falta de autonomia em relação à produção e manutenção de sua alimentação tradicional. O Núcleo de Soberania e Segurança Alimentar busca, portanto, apoiar as aldeias e comunidades indígenas na conquista de sua soberania alimentar a partir da contribuição às trocas de conhecimento, sementes e mudas entre aldeias, comunidades tradicionais e universidade, fortalecendo o diálogo entre a sabedoria milenar indígena e a agroecologia na recuperação da fertilidade do solo, da agrobiodiversidade e da produção tradicional de alimentos. Quando necessário e a pedido das comunidades, procura promover apoios pontuais para a redução da insegurança alimentar.
Cuidado aos animais
Núcleo dedicado à elaboração de alternativas para lidar com o excesso de cães e gatos nas comunidades indígenas. São feitos diálogos com as lideranças, agentes indígenas de saúde e de saneamento, educadores indígenas, veterinários etc para encontrar formas de cuidado com os animais em acordo com a comunidade.