Rede de Atenção à Pessoa Indígena Instituto de Psicologia Departamento de Psicologia Experimental
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Comissão Organizadora

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Coordenação geral:

Danilo Silva Guimarães (IP-USP)

Comissão coordenadora:

Briseida Dogo de Resende (IPUSP)

Fraulein Vidigal de Paula (IPUSP)

Leando Karaí Mirim (MCI)

Paula Gabrielly Rasia Lira (IPUSP)

Coordenação das atividades:

Anna Carolina Lopes de Azevedo
Me chamo Anna Carolina, sou estudante no segundo ano de graduação em psicologia no Instituto de Psicologia da USP. Faço parte da Rede Indígena desde o segundo semestre de 2024, quando entrei na Rede como bolsista PUB de projeto de extensão.
Bruna Kaori de Almeida
Eu venho de uma família de imigrantes japoneses e retirantes cearenses. Cresci em Cotia, algo entre a Grande São Paulo e o interior e, como se estivesse no sangue, precisei migrar eu mesma para dar algum sentido à minha vida. Gosto da vida assim, em movimento. Nesse processo, formei-me em Psicologia pela UNESP, aprendi alemão e concluí a graduação em Letras pela Universidade de Colônia. Atualmente, sou mestranda em Letras, também pela Universidade de Colônia, e estou me especializando em cinema indígena. Atuo na Rede desde fevereiro de 2025.
Eduarda Santos Costa
Me chamo Eduarda,tenho 22 anos e sou estudante de psicologia do IP USP. Faço parte da Rede desde do primeiro semestre de 2024, quando ingressei na faculdade e conheci o projeto.
Atualmente pesquiso as formas de saúde e Bem-Viver indígenas e a sua relação com a psicologia moderna, bem como suas expressões na Rede de Atenção a Pessoa Indígena.
Guilherme de Jesus Oliveira (“Oliver”)
Herdeiro da migração nordestina, sou nascido e crescido na Zona Leste da cidade de São Paulo, SP. No decorrer de minha vida pude adentrar em quilombos urbanos onde foi concebida minha segunda família. Carrego no corpo e na linguagem a memória de meus familiares.
Hoje sou graduando do Instituto de Psicologia, extensionista da Rede de Atenção à Pessoa Indígena. Pesquiso as confluências da psicologia indígena com os saberes quilombolas, em especial as contribuições de Antônio Bispo dos Santos (Nego Bispo). O estudo parte da crítica aos excessos do colonialismo e visa promover concepções contracoloniais acerca da identidade e corporalidade.
Igor Paulo de Souza
Cresci na região serrana do Rio de Janeiro, na cidade de Magé. Fruto da mestiçagem, carrego a não-memória preta, os passados e antepassados esquecidos, como motores para a fabulação de um futuro possível. Graduação em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense/UFF e Mestrado em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo, mesmo programa onde sou atualmente doutorande. Interesse de pesquisa em questões ligadas ao desenvolvimento humano, arte, criatividade, experiência estética e linguística, raça e cosmovisões dissidentes, a partir de abordagens histórico-culturais como a Psicologia do Desenvolvimento, Psicologia Cultural e o Construtivismo Semiótica-cultural.
Mariana Marengo de Carvalho
Venho de uma miscigenação, uma grande mistura de ambas as linhagens: linhagem parte de pai, minha avó paterna vem de uma linhagem de indígenas, que tiveram suas histórias apagadas e quase nada se sabe sobre isso. E por parte do avô paterno portugueses. Todas as pessoas vieram da roça do Vale do Paraíba. Da minha linhagem materna imigrantes italianos e espanhóis, pessoas que que vieram extremo interior de São Paulo. Eu, Mariana, nasci no interior de São Paulo e cresci em Campinas.
Sou Psicóloga, porém sempre busquei o entendimento do cuidado com o ser humano de uma forma abrangente e integral. Caminhei por alguns lugares nessa terra, para conhecer e entender outras formas de se conectar e compreender a vida. Trabalho com Psicologia Clínica e atualmente faço parte da Rede de Atenção à Pessoa Indígena pelo projeto da FAPESP. Tem sido um momento de muitos aprendizados e trocas que enriquecem e fazem sentido para o propósito da minha vida.
Marcus Arcanjo
Com um pé no Vale do Mucuri e outro nas veredas do Rio Paraopeba, sou mineiro, músico, desenvolvedor de software, graduando em Psicologia e faço parte da Rede de Atenção à Pessoa Indígena desde 2022, quando cheguei em São Paulo de Belo Horizonte. Na Rede, cuidamos de nós, do nosso território e das nossas relações, construindo tramas relacionais que passam pelo Vale do Ribeira, pelo Pico do Jaraguá, pela Bahia, pela Nova Zelândia e por tantos outros lugares. Nesse entrelaçamento, acredito em uma Psicologia afetada, territorializada e corporificada.
Paula Zeitoun Miranda
Nascida em São Paulo, do encontro de deslocamentos, tenho parte de mim nos Andes bolivianos, de onde meu pai imigrou, e nos vilarejos libaneses das histórias, vozes e sabores de meus avós maternos. Por meio do corpo e da memória, volto às montanhas a partir das fissuras do cimento, costurando minha identidade às ancestralidades aymara e árabe. Graduanda do quarto ano no Instituto de Psicologia da USP, me coletivizo com AYNI (Articulação Andina de Indígenas Migrantes), Rede de Atenção à Pessoa Indígena e Escuta Preta.

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